Férias escolares e o marketing responsável: momento ideal para discutir a importância das normas para publicidade infantil
Companhias como a Mars trabalham sob critérios ainda mais rigorosos que os da legislação vigente, com foco na prática de uma propaganda responsável

 

A cena é comum e recorrente. Recesso nas escolas, criançada em casa e TV ligada. Para além dos programas e animações infantis, as crianças também ficam expostos a todo tipo de propaganda por vezes inadequada para a faixa etária dos pequenos. Situação que atualmente é amenizada por regulações nacionais e internacionais sobre marketing responsável. Atualmente no Brasil, até mesmo influenciadores digitais são notificados pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) quando identificadas publicidades veladas que podem alcançar o público mirim. 

Em novembro de 2018, o Diário Oficial da União publicou no final do mês passado decreto assinado pelo então Presidente da República Michel Temer sobre publicidade infantil. Conforme a legislação vigente, a publicidade infantil se torna abusiva quando o marketing e a divulgação do produto focam em convencer a criança, por meio de métodos considerados duvidosos, a fazer a compra, utilizando-se da inocência de um público-alvo extremamente vulnerável e suscetível ao consumo, uma vez que tais indivíduos não têm maturidade, nem discernimento total da realidade. A fiscalização é feita por denúncias ao Ministério Público, que investiga os comerciais com base na legislação. No total, são 22 normas que regulamentam a publicidade infantil no Brasil. Para comparação, no Reino Unido são 16 e nos EUA, 15. 

A Mars foi a primeira empresa de alimentos a assumir o compromisso de não desenvolver marketing voltado para crianças menores de 12 anos. Esse é um dos mais importantes compromissos de seu Código de Marketing Global. Como fabricante de chocolates, gomas, balas e alimentos, a companhia reconhece sua responsabilidade ao participar da rotina dos consumidores. 

Todo tipo de publicidade referente a produtos ou serviços que possam ser do interesse do público infantil deve ser realizado de forma responsável e consciente, auxiliando a compra consciente por parte dos verdadeiros compradores — pais e responsáveis — e não focado no convencimento das crianças para estas demandem de seus responsáveis a compra. As principais recomendações dos órgãos reguladores abordam pontos como evitar verbos imperativos em produtos infantis (peça, compre, etc.), alusão a constrangimento da criança (como no famoso comercial dos anos 90 “eu tenho, você não tem”), incentivo a alimentação não saudável, vendas casadas e desvalorização da autoridade dos pais. 

As discussões envolvendo a publicidade infantil estão longe do fim. E que bom que seja assim. A tendência é que o debate continue existindo, se reinventando a cada ano para tornar esse mercado cada vez mais construtivo na educação dos filhos, atuando ao lado dos pais e responsáveis na missão de criarmos hoje pequenos consumidores conscientes. 

 

Sobre a Mars, Incorporated 

A Mars, Incorporated é uma empresa familiar, privada, com mais de 100 anos de história e dona de algumas das marcas mais amadas do mundo, como ROYAL CANIN®, PEDIGREE®, WHISKAS®, EUKANUBA®, OPTIMUM™, M&M’S®, TWIX®, SNICKERS®, UNCLE BEN’S®, MASTERFOODS®, ORBIT®, EXTRA®, SKITTLES® e STARBURST®. Sediada em McLean, no estado norte-americano da Virginia, a Mars tem faturamento acima de US$ 35 bilhões providos de seus 4 segmentos de negócio: Petcare (alimentos e cuidados para animais de estimação), Confeitos (chocolates, balas e gomas), Alimentos e Pesquisa. Cerca de 125 mil colaboradores, em mais de 80 países, estão reunidos sob os Cinco Princípios da empresa - Qualidade, Eficiência, Responsabilidade, Mutualidade e Liberdade - trabalhando, diariamente, para desenvolver relações mútuas com todos os seus públicos, buscando um crescimento do qual a empresa se orgulha.

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